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Unidades de Conservação

01/02/2017

PARQUE ESTADUAL DO SÍTIO RANGEDOR

O Parque Estadual do Sítio do Rangedor, localizado no Município de São Luís foi criado pelo Decreto nº 21.797, de 15 de dezembro de 2005 a princípio na categoria de Estação Ecológica. Sua categoria foi redefinida pela Lei nº 9.864, de 04 de julho de 2013, quando passou a integrar a categoria da unidade de proteção integral. Localiza-se no município de São Luís, com uma área total de 126 hectares, a Estação Ecológica do Sítio do Rangedor garante a proteção de uma importante área de águas subterrâneas e funciona como reguladora climática da ilha de São Luís. A área abriga a fauna e flora remanescentes da urbanização da Ilha de São Luís, atuando, como refúgio para espécies como jacaré, raposa, cotia e diversas aves.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO ITAPIRACÓ

Localizada no município de São Luís, com uma área total de 322 ha (trezentos e vinte e dois hectares), a Área de Proteção Ambiental do Itapiracó foi criada através do Decreto Nº 15.618 de 23 de junho de 1997. A APA abrange uma vegetação remanescente da floresta amazônica, abrangendo mata de galeria, que protege as nascentes do riacho Itapiracó, tem os seguintes limites: ao Norte, Conjunto Parque Vitória; ao Sul, Condomínio Itapiracó; a Oeste, Conjunto IPEM Turu; a Leste, Conjunto COHATRAC e Loteamento SOTERRA. Além da conservação da fauna e da flora, a APA do Itapiracó apresenta importante papel na manutenção do microclima da Ilha de São Luís. Foi A Secretaria do Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais-SEMA concluiu a primeira etapa do projeto de revitalização da APA, melhorando a infraestrutura a fim de viabilizar uma área de passeio, com atividades educacionais, recreativas e ambientais para a população de São Luís.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA BAIXADA MARANHENSE

Compreendendo uma área de 1.775.035 hectares, a Área de Proteção Ambiental da Baixada Maranhense foi criada pelo Decreto Nº 11.900 de 11 de junho de 1991, incorpora uma complexa interface de ecossistemas ou incluindo manguezais, babaçuais, campos abertos e inundáveis, uma série de bacias lacustres em sistema de “rosário”, um conjunto estuarino e lagunar e matas ciliares – todos abrigando rica e complexa fauna e flora aquática e terrestre, com destaque para ictiofauna, avifauna migratória e permanente e às variedades de espécies da flora local e regional considerados alguns daqueles ecossistemas como Reservas Biológicas. Possui características fisiográficas marcantes como terras baixas, planas inundáveis, caracterizada, por campo, mata de galeria, manguezais de bacia lacustre. Em sua vegetação destacam-se: castanheiras, gameleiras, embaúbas, cedros e babaçuais. Nas ilhas flutuantes, encontram-se: buritis, aningas e embaúba. Na fauna encontram-se diversos animais, exemplo: as aves como a garça branca, a garça azul e as jaçanãs que são bem abundantes. Os mamíferos mais comuns são: a raposa, guariba, macaco-prego, caititu, veado, guaxinim, paca e tamanduá.
 
 

PARQUE ESTADUAL DO BACANGA

O Parque Estadual do Bacanga foi criado pelo Decreto Nº 7.545, de 07 de março de 1980, com uma área de 2.633 hectares. O Parque preserva uma parte da floresta amazônica protetora dos mananciais, que alimentam a represa do batatã, responsável por um terço do abastecimento da Ilha de são Luís. O Parque está localizado a Sudoeste do centro urbano, entre a margem direita do Rio Bacanga e a região do maracanã. Sua vegetação apresenta árvores como o angelim, a barrigudeira, o babaçu, o buriti e muitas árvores frutíferas. Na fauna, encontram-se animais como bicho-preguiça , cotias e várias espécies de aves, como o pica-pau amarelo, maracanã-do-buriti e gavião-da-calda-branca.
 
 

PARQUE ESTADUAL DO MIRADOR

O Parque Estadual do Mirador encontra-se a 500 km de distância da capital São Luís, foi criado através do Decreto nº 7.641/80 de junho de 1980 e teve seus limites redefinidos pela Lei Estadual Nº 8.958 de 08 de maio de 2009, com uma área de 766.781,00 mil hectares. O Parque Estadual do Mirador protege as nascentes dos rios Alpercatas e Itapecuru, na Região Centro-Meridional do Maranhão. Destacam-se na sua vegetação as árvores de pequeno porte, retorcida de casca grossa, típicas do cerrado, entre elas: pau-terra, pequi, lobeira, murici, sucupira e jatobá. A mata ciliar é constituída principalmente por palmeiras de buriti. Entre as espécies da fauna, podem ser encontradas algumas ameaçadas de extinção como: urubu-rei, tatu-canastra e cachorro-do-mato-vinagre. Outras espécies importantes são: papagaios, periquitos, pedrizes, seriemas, gatos maracajás, veados cobras e tatus.
 
 

PARQUE ESTADUAL MARINHO DO PARCEL DE MANUEL LUÍS

Maior banco de corais da América do Sul, o Parque Estadual Marinho do Parcel de Manuel Luís foi criado pelo Decreto Nº 11.902 de 11 de junho de 1991. Com uma área de 46 mil ha, localiza-se no Litoral Ocidental do Estado, a 45 milhas náuticas da costa maranhense, no município de Cururupu, sendo que o local mais próximo, em terra firme é a ilha de Bate Vento na Resex de Cururupu. Com relação a São Luís, o Parque dista cerca de 100 milhas, ao norte da Baía de São Marcos, tendo como ponto mais próximo (50 milhas), a ilha dos Lençóis. Nas formações coralinas observa-se grande variedade de peixes multicoloridos, como peixe-papagai, sargentino, peixe-borboleta e outros de maior porte, como meros e garoupas, além de tartarugas marinhas.
 
 

PARQUE ESTADUAL MARINHO BANCO DO ÁLVARO

Essa Unidade foi criada pela Lei Nº 10.172, de 12 de dezembro de 2014, com perímetro de 45.274,73 hectares.
 
 

PARQUE ESTADUAL MARINHO BANCO DO TAROL

Possui o perímetro de 34.229,40 hectares e foi criado pela Lei Nº 10.171, de 12 de dezembro de 2014.
O Parque Estadual Marinho Banco do Álvaro e o Parque Estadual Marinho Banco do Tarol tem como objetivo a proteção ambiental, estimulando a educação ambiental e a pesquisa científica de seus atributos ambientais.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL – APA DA FOZ DO RIO PREGUIÇAS – PEQUENOS LENÇÓIS, REGIÃO LAGUNAR ADJACENTE

Criada a partir do Decreto 11.899 de 11 de junho de 1991, abrange parte dos municípios de Barreirinhas, Tutóia e Araioses, num total de 269.684,3 hectares. A Área de Proteção Ambiental da Foz do Rio Preguiças – Pequenos Lençóis está localizada no Litoral Oriental Maranhense, da foz do Rio preguiças a foz do Rio Parnaíba. Possui relevos planos, cordões de dunas, ilhas sedimentares e sistemas deltaicos estuarinos, e lagunares. Diferencia-se do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, por ter um litoral mais recortado e uma vegetação bem mais abundante.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DAS REENTRÂNCIAS MARANHENSES

A Área de Proteção Ambiental das Reentrâncias Maranhenses está localizada no litoral ocidental maranhense, de Alcântara até a foz do Rio Gurupi, englobando os municípios de Cedral, Guimarães, Mirinzal, Bequimão, Cândido Mendes, Cedral, Porto Rico do Maranhão, Apicum-Açu, Serrano do Maranhão, Turiaçu, Luís Domingues, Godofredo Viana, Cururupu, Bacuri, Carutapera e Alcântara. A APA foi criada pelo Decreto Nº 11.901 de 11 de junho de 1991 e ocupa uma área de aproximadamente 2.681.911,2 km² (dois millhões, seiscentos e oitenta e um mil, novecentos e onze vírgula dois hectares). A região costeira é bastante recortada de baías, enseadas e estuários. Possui extensos manguezais com elevada produtividade pesqueira, há abundância de aves litorâneas, como o guará que nidifica e reproduz na Ilha do Cajual, em Alcântara. Entre os mamíferos encontramos o boto e o peixe-boi.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO MARACANÃ

Com 1.831 hectares, a Área de Proteção Ambiental do Maracanã foi criada pelo Decreto 12.103 de 01 de outubro de 1991 e limita-se ao norte com o Parque Estadual do Bacanga e ao Sul com o Rio Grande. Essa região fica a 18 Km do centro de São Luís e apresenta florestas de galerias entremeadas por igarapés de água doce, terras baixas e formações, colinosas. Possui típica vegetação de várzea, predominando juçara, babaçu. A fauna apresenta espécies como: juritis, rolinhas e pipiras-azuis.
 
 

APA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL – APA DE UPAON-AÇU – MIRITIBA – ALTO DO RIO PREGUIÇAS

Localizada no Litoral Oriental e Golfão Maranhense, a Área de Proteção Ambiental de Upaon - Açu - Miritiba - Alto do Rio Preguiças possui uma área de aproximadamente 1.535.310 ha (hum milhão, quinhentos e trinta e cinco mil, trezentos e dez hectares). A APA foi criada pelo Decreto Nº 12.428 de 05 de junho de 1992, é uma região caracterizada pelas formações pioneiras representadas pela vegetação de mangue e restinga, cerrado e áreas de contato floresta decidual/cerrado/caatinga.
É uma região que apresenta uma rica biodiversidade, tanto da fauna quanto da flora. Pode-se encontrar vegetação de restinga, cerrado e caatinga como alecrim-da-praia (Bulbostylls capillaris C. B. Clarck), babaçu-do-cerrado (Orbignya oleifera) e sabiá (Mimosa caesaipiniaefolia Benth), respectivamente. Já a fauna é representada pelo peixe-boi marinho (Trichechus manatus), pela avifauna, tanto residente como migratória como, marrecas, pernaltas, maçaricos, batuíras, entre outras. As principais espécies da ictiofauna são a tainha, a sardinha, a pescada, a serra, o bandeirado e o camurupim.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DA NASCENTE DO RIO DAS BALSAS

Localizada no sul do estado do Maranhão, entre a Serra do Penitente e a Chapada das Mangabeiras, com área estimada em 655. 200 ha. (seiscentos e cinquenta e cinco mil e duzentos hectares), foi criada pelo Decreto Nº 14.968 de 20 de março de 1996. A princípio a Unidade foi criada como Reserva de Recursos Naturais da Nascente do Rio das Balsas, porém de acordo com o Sistema Estadual de Unidades de Conservação da Natureza do Maranhão – SEUC, CAPÍTULO: XIII, Art. 85 e § 1º a categoria Reserva de Recursos Naturais passa a ser Área de Proteção Ambiental. A APA abriga as nascentes do Rio das Balsas e sua criação visou assegurar a qualidade das águas e a proteção da biodiversidade típica dos cerrados maranhenses.
 
 

ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DOS MORROS GARAPENSES

Á área de Proteção Ambiental dos Morros Garapenses está localizada entre os municípios de Buriti, Duque Bacelar, Afonso Cunha e Coelho Neto. A APA foi criada a partir do Decreto Nº 25.087 de 31 de dezembro de 2008 e possui área de 375,00m² (trezentos e setenta e cinco metros quadrados) e perímetro de 80,00 metros (oitenta metros). Entre seus objetivos, está à preservação de um dos maiores sítios paleobotânicos do Brasil e das características geoambientais do Cerrado Norte-Maranhense e das Matas dos Cocais, do Leste do Estado. Compreende um domínio de natureza bastante frágil, com grande predisposição à extinção da fauna e flora.
 
 

PARQUE ECOLÓGICO ESTADUAL DA LAGOA DA JANSEN

A Lagoa da Jansen foi transformada em Parque Ecológico através do Decreto Nº 4878 de 23 de junho de 1988, com área total de 196,9650 há, para fins de “uso público, diversões, esportes e áreas verdes dentro dos limites a serem fixados pelo Poder Público”. A Lagoa da Jansen se encontra em uma região urbanizada, localizada no município de São Luís, capital do Estado do Maranhão, entre os bairros do São Francisco, Ponta D’areia, Renascença I e II, e Ponta do Farol, totalmente habitada em seu perímetro marginal, rodeada por pavimentação de calçadas, ciclovias e estradas asfaltadas. Em seu entorno encontram-se moradias em forma de casa e edifícios, além de prédios comerciais, bares e restaurantes. Apesar de todos os impactos que sofre a laguna, esta ainda abriga grande diversidade de espécimes da fauna, com relação à ictiologia é composta de herbívoros, onívoros e a maioria de carnívoros, além disso, existe uma maioria de peixes migradores/colonizadores, que utilizam a laguna, provavelmente, como refúgio sazonal. Também foi observado a presença de jacarés, jiboias (Boa constrictor), iguanas (Iguana iguana) e morcegos. Com relação à avifauna foi observado a presença de batuíra, jaçanã, gaivota, trinta-pernilongo, talha-mar, maçarico entre outros.

 

Contatos

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